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Pen drive encontrado em banheiro de Bolsonaro não tem relevância para investigação

  • Redação
  • 21 de jul. de 2025
  • 1 min de leitura

Atualizado: 2 de ago. de 2025

A Polícia Federal concluiu a análise do pen drive que havia sido apreendido em um dos banheiros da residência do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em Brasília, durante uma das operações autorizadas pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo fontes ligadas à investigação, não foi identificado nenhum conteúdo de valor para o inquérito em curso.


O dispositivo foi localizado durante a ação que apura suposta tentativa de coação institucional contra o Judiciário brasileiro, envolvendo Bolsonaro e seu filho, o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP). O material, inicialmente tratado como potencialmente útil, foi enviado ao laboratório da PF para análise pericial — que agora confirma: não há elementos relevantes ou comprometedoras no conteúdo digital.


Ao ser questionado sobre o item, o ex-presidente declarou desconhecer sua origem.

“Uma pessoa pediu para usar o banheiro, eu apontei. Depois voltou com um pen drive na mão. Eu nunca nem mexi em pen drive, não tenho nem notebook em casa. Fico até preocupado com isso”, afirmou Bolsonaro, mencionando que perguntaria à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro se o item pertencia a ela.

Celular ainda sob análise

Enquanto o pen drive foi descartado como irrelevante, a perícia no celular do ex-presidente ainda está em andamento. Investigadores afirmam que a extração de dados em nuvem demanda mais tempo, e que o objetivo é identificar eventuais informações que possam ter conexão com os temas investigados no inquérito.


A operação segue em curso, mas a ausência de dados comprometedores no pen drive reforça a avaliação de aliados do ex-presidente de que as investigações precisam ser conduzidas com mais responsabilidade e menos espetáculo.

 
 
 

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