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Pacheco se rende à esquerda, declara apoio a Lula para 2026 e ataca opositores do governo

  • Redação
  • 24 de jul. de 2025
  • 2 min de leitura

Em mais um gesto que escancara seu alinhamento com a esquerda, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), declarou nesta quinta-feira (24) apoio à reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para as eleições de 2026. O anúncio foi feito em Minas Novas (MG), durante cerimônia de inauguração de obras para comunidades indígenas e quilombolas — mais uma ação de apelo ideológico promovida pelo governo federal.


Pacheco endossa narrativa petista e condena anistia

Durante o evento, Pacheco fez questão de se opor publicamente à proposta de anistia para os manifestantes presos após os atos de 8 de janeiro de 2023, reforçando a retórica criminalizadora da esquerda contra brasileiros que protestaram por eleições limpas. Em sua fala, atacou qualquer tentativa de revisão judicial ou reavaliação dos julgamentos duvidosos feitos pelo STF e pelo governo.


“O mesmo grupo que nega a democracia quer uma anistia ampla, geral e irrestrita. Isso deve ser combatido por nós, homens públicos responsáveis”, declarou, ignorando denúncias de abusos nos processos e nas prisões.


Ataques previsíveis: vacina, pandemia e universidades

Seguindo o roteiro típico da esquerda, Pacheco também resgatou o discurso da pandemia para criticar opositores do governo, acusando-os de “negar a ciência” e responsabilizando-os pelas mortes durante a crise sanitária. Também exaltou as universidades públicas e os institutos federais, fechando o pacote de falas que agrada à militância progressista.


Aliança firmada para 2026

Pacheco encerrou seu discurso com elogios rasgados à gestão de Lula, listando ações pontuais em Minas Gerais como justificativa para seu apoio político ao presidente. “Estaremos juntos, Lula”, afirmou, deixando claro que, mesmo ocupando a presidência do Senado, pretende fazer palanque para o petista nas próximas eleições.


Com isso, Pacheco oficializa sua guinada à esquerda, rompendo com a expectativa de neutralidade institucional e se colocando como mais uma peça no tabuleiro lulista rumo a 2026.

 
 
 

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