top of page

EUA firmam acordo com Argentina e zeram tarifa para 80% das exportações

  • Redação
  • 10 de jul. de 2025
  • 2 min de leitura

Em mais um gesto claro de que a política internacional responde a princípios e alinhamentos, os Estados Unidos aprovaram um acordo comercial que zera as tarifas de exportação para 80% dos produtos argentinos. O restante será taxado em apenas 10%. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (9) e comemorado com uma foto simbólica: Donald Trump e Javier Milei lado a lado, selando o fortalecimento da parceria entre dois governos que defendem o livre mercado, a soberania nacional e a ruptura com o globalismo estatizante.


A medida representa um impulso direto à economia argentina, que sob o comando de Milei tem enfrentado com coragem a inflação crônica, os privilégios da velha política e o gigantismo estatal herdado da esquerda peronista.


Analistas apontam que a decisão dos EUA vai além da diplomacia comercial: é um recado político claro de que países alinhados aos valores da liberdade econômica e da responsabilidade fiscal serão tratados como parceiros estratégicos.


Desde que assumiu a presidência, Javier Milei tem desmontado o aparato inchado do Estado argentino, promovendo cortes profundos, reduzindo cargos públicos, desburocratizando o mercado e defendendo abertamente os valores liberais e conservadores. Sua postura tem sido elogiada por líderes internacionais, inclusive por Donald Trump, que já o chamou de “herói contra o socialismo”.


O acordo com os EUA representa uma virada de página para a Argentina, que por décadas viveu isolada do comércio global devido à sua dependência de modelos populistas e protecionistas. Agora, com Milei, o país volta a atrair investimentos, gerar confiança e reposicionar-se como uma economia aberta, transparente e competitiva.


Ao contrário de governos que tentam negociar com narrativas ideológicas e discursos antiamericanos, Milei está colhendo os frutos de um alinhamento com o que realmente importa: livre mercado, integridade institucional e respeito ao setor produtivo.


 
 
 

Comentários


bottom of page