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Mauro Cid foi usado para atacar Bolsonaro e agora é descartado, diz Chiquini ao criticar PGR

  • Redação
  • 16 de jul. de 2025
  • 2 min de leitura

O recente movimento da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o ex-ajudante de ordens Mauro Cid levantou duras críticas de setores que acompanham de perto os processos envolvendo aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro. O advogado Jeffrey Chiquini, que defende Filipe Martins, classificou o pedido da PGR como a prova de que Cid foi apenas um instrumento na perseguição política ao ex-presidente — e agora está sendo jogado fora.


A verdade veio à tona. Mentiu, acusou inocentes, traiu amigos — e vai preso”, escreveu Chiquini nas redes sociais. Para ele, a revogação do perdão judicial, prevista inicialmente no acordo de delação premiada de Cid, comprova o que já se sabia nos bastidores: a delação foi usada como arma política, não como instrumento de justiça.


A PGR, comandada por Paulo Gonet, alegou que Cid não cumpriu com todas as obrigações do acordo, apontando omissões em seus depoimentos. Com isso, a instituição recomendou apenas uma redução de um terço da pena, que agora pode chegar a 16 anos — muito distante da anistia que se imaginava no início.


“Mauro Cid foi enganado. Pensou que seria protegido, mas foi apenas usado para construir uma narrativa conveniente contra Bolsonaro. Eu sempre disse: seria usado e depois descartado — e foi!”, reforçou Chiquini.


O episódio reforça a sensação de que há uma tentativa de minar juridicamente todos os que integraram o núcleo duro do governo Bolsonaro, recorrendo a delações premiadas que, quando não mais úteis, são desconsideradas.



A manifestação da PGR ocorre em meio a novas audiências no Supremo Tribunal Federal (STF), nas quais Mauro Cid tem relatado detalhes sobre as viagens e ações do ex-presidente e sua equipe — informações que, segundo aliados de Bolsonaro, têm sido distorcidas para alimentar uma narrativa de criminalização da direita.

 
 
 

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