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Lula é condenado, mas AGU tenta livrá-lo de indenizar Bolsonaro por acusações infundadas

  • Redação
  • 4 de abr. de 2025
  • 1 min de leitura


Mesmo condenado pela Justiça a indenizar o ex-presidente Jair Bolsonaro e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, o governo Lula, por meio da Advocacia-Geral da União (AGU), decidiu recorrer da decisão e tenta reverter a reparação por danos morais que foi determinada pela 17ª Vara Federal da Justiça do Distrito Federal.


A ação judicial diz respeito às falas do atual presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, no início de seu terceiro mandato. Em entrevistas, Lula chegou a afirmar que os antigos moradores do Palácio da Alvorada teriam “levado” e “sumido” com 83 móveis da residência oficial — uma acusação grave, feita sem provas, que repercutiu negativamente na imprensa nacional e internacional.


A própria Presidência confirmou, em março de 2024, que todos os móveis haviam sido localizados pela Comissão de Inventário. Ou seja, nada havia sido levado — como Lula sugeriu publicamente.


Ainda assim, a AGU alega que Lula falava “no exercício da função constitucional” e que os comentários tinham como objetivo “resguardar o patrimônio público”. Ignora-se, porém, o efeito devastador das palavras do presidente na imagem do ex-chefe do Executivo e de sua esposa, que foram alvo de escárnio e acusações nas redes sociais e na imprensa.


A tentativa de isentar o atual governo de responsabilidade reacende uma pergunta incômoda: até quando o petismo vai agir como se estivesse acima da lei?

 
 
 

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