Lula prepara bolada de R$ 98 milhões para turbinar sua imagem nas redes
- Redação
- 16 de jul. de 2025
- 2 min de leitura

A Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom) abriu uma nova licitação milionária no valor de R$ 98,3 milhões para contratar três agências que irão cuidar da comunicação digital do governo federal por 12 meses — com possibilidade de renovação.
A nova licitação vem após o Tribunal de Contas da União (TCU) suspender uma tentativa anterior de contratar comunicação por quase R$ 200 milhões, após denúncias de fraude e vazamento de propostas. A contratação foi anulada em agosto. Na época, a Secom estava sob o comando de Paulo Pimenta, e agora está nas mãos de Sidônio Palmeira — o mesmo marqueteiro da campanha de Lula, agora com status de ministro.
Palmeira já declarou publicamente que a "perda de apoio" do governo se deve ao avanço da "extrema-direita nas redes sociais", o que escancara o real objetivo da milionária operação de propaganda: tentar conter a oposição e manipular a opinião pública com dinheiro do contribuinte.
O edital prevê desde a moderação de conteúdo nas redes, passando por análise de sentimentos, até a produção de conteúdo para plataformas como Instagram, TikTok, YouTube, Kwai e até LinkedIn. Ou seja, o governo petista quer usar o dinheiro público para ampliar sua presença online, controlar narrativas e promover uma imagem positiva enquanto o Brasil real enfrenta filas no SUS, escolas sucateadas e insegurança crescente.
Sob o pretexto de "combater fake news" e "informar com linguagem acessível", o Planalto quer estabelecer um trabalho contínuo e estratégico de propaganda institucional — um verdadeiro aparato digital financiado pela população para manter Lula e seu grupo no centro da cena política.
Mais do que uma campanha pontual, o governo admite que quer um trabalho permanente de engajamento, com foco nas redes onde a oposição tem maior influência. A máquina estatal a serviço da imagem do chefe.






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