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Impeachment de Alexandre de Moraes vira prioridade no Senado

  • Foto do escritor: Nathy Souza
    Nathy Souza
  • 21 de jul. de 2025
  • 2 min de leitura

Em resposta ao avanço de medidas judiciais consideradas abusivas por parte do Supremo Tribunal Federal, senadores da oposição anunciaram nesta segunda-feira (21) que o impeachment do ministro Alexandre de Moraes será, a partir de agora, a principal pauta da bancada conservadora no Congresso.


A movimentação acontece em meio às recentes medidas cautelares impostas contra Bolsonaro e à repercussão internacional das sanções anunciadas pelos Estados Unidos contra membros do Judiciário brasileiro — o que, segundo aliados, evidencia o desgaste institucional provocado pela atuação do STF.

“A pauta do impeachment de Moraes é, a partir de agora, a única prioridade do nosso grupo no Senado”, afirmou Damares.

Reação conservadora após novas investidas contra Bolsonaro

No mesmo dia, Jair Bolsonaro se reuniu com aliados na Câmara dos Deputados para discutir ações jurídicas e políticas diante das sanções impostas pelo ministro Moraes, incluindo a obrigatoriedade do uso de tornozeleira eletrônica e a proibição de acesso às redes sociais.

Após o encontro, o senador Magno Malta (PL-ES) foi direto em seu posicionamento:

“O ministro está testando os limites. Quer saber até onde pode ir. Mas já passou da linha. É um tirano da toga. Tenta a sorte de encostar no Bolsonaro, porque o azar você já tem”, disparou.

As declarações ecoam o sentimento crescente entre parlamentares e a base conservadora de que a Suprema Corte tem extrapolado suas funções constitucionais, agindo de forma política e autoritária.


Escalada institucional preocupa conservadores

Para a oposição, o cerco jurídico imposto ao ex-presidente tem natureza política e visa silenciar vozes conservadoras. O grupo promete pressionar o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), para dar andamento aos pedidos de impeachment contra ministros do STF — com foco especial em Moraes.

“Chegou a hora do Senado cumprir seu papel constitucional e frear abusos do Judiciário”, disse um senador presente na reunião.

A articulação entre os parlamentares deve continuar nos próximos dias, com novas ações no Legislativo e nas redes sociais, onde apoiadores já mobilizam campanhas exigindo a responsabilização do ministro.

 
 
 

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