Governo Trump reage a abusos do STF e proíbe Moraes e aliados de entrarem nos EUA
- Redação
- 18 de jul. de 2025
- 2 min de leitura

Em defesa da liberdade de expressão, Secretário de Estado dos EUA anuncia revogação de vistos de Alexandre de Moraes, aliados e familiares
O governo americano, sob a liderança do presidente Donald Trump, decidiu agir contra os abusos cometidos pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e seus aliados. O Secretário de Estado, Marco Rubio, anunciou nesta sexta-feira, em sua conta oficial na rede X (antigo Twitter), que os vistos do ministro e de pessoas ligadas a ele serão revogados imediatamente.
Rubio destacou que a decisão foi tomada em alinhamento com os princípios da liberdade de expressão, constantemente atacados no Brasil por figuras do Judiciário que têm perseguido opositores políticos. "O presidente Trump deixou claro que responsabilizaremos estrangeiros que promovem a censura contra a expressão protegida nos Estados Unidos", declarou o secretário.
A ação do governo americano é uma resposta direta à perseguição política contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e seus apoiadores, promovida por Moraes. Segundo Rubio, a atuação do ministro criou um "complexo de perseguição e censura" que extrapola os limites do Brasil e ameaça até mesmo os cidadãos americanos.
“Estamos revogando os vistos de Alexandre de Moraes, seus aliados no STF e seus familiares imediatos, com efeito imediato”, afirmou o secretário, citando a preocupação com os impactos negativos dessas práticas autoritárias na política externa dos Estados Unidos.
O Departamento de Estado, em nota oficial, confirmou que a medida se baseia na Seção 212 (a)(3)(C) da Lei de Imigração e Nacionalidade americana, que permite barrar a entrada de estrangeiros considerados nocivos aos interesses dos EUA.
A decisão representa um duro recado internacional contra a escalada autoritária no Brasil e reforça o compromisso da nova administração americana com os valores democráticos e o direito à livre manifestação – pilares essenciais que têm sido sistematicamente atacados por membros do Judiciário brasileiro.






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