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Gleisi Hoffmann diz que fim da escala 6×1 será prioridade do governo

  • Redação
  • 5 de mai. de 2025
  • 1 min de leitura

A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, anunciou neste domingo (5) que o governo federal pretende priorizar, no Congresso, o fim da jornada de trabalho 6×1, modelo em que o trabalhador atua por seis dias e folga um. A proposta, defendida abertamente pelo presidente Lula durante o 1º de Maio, levanta críticas por parte do setor produtivo, que vê a medida como populista e desconectada da realidade econômica do país.

A mudança pretendida — que inclui uma proposta de nova escala 4×3, ou seja, quatro dias de trabalho para três de descanso — foi apresentada por uma deputada da esquerda radical (Érica Hilton, do PSOL) e está parada na Câmara desde fevereiro. Agora, com a tentativa do governo de acelerar sua tramitação, empresários e economistas soam o alarme.

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A FIESP, tem se mostrado veementemente contra propostas que buscam reduzir a jornada de trabalho sem um planejamento de aumento de produtividade e argumenta que medidas desse tipo podem elevar o custo do trabalho, principalmente para as pequenas empresas, e gerar uma perda de competitividade internacional para a indústria brasileira.


Também se manifestaram contra, a CNI (Confederação Nacional da Industria), CNC ( Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo), Fiemg (Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais) 


A Constituição já abre espaço para flexibilidade na jornada de trabalho e buscar o fortalecimento dos acordos coletivos é o caminho correto.

 
 
 

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