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FAB deve suspender operação de 40 aeronaves e afastar 137 pilotos;

  • Redação
  • 9 de jul. de 2025
  • 1 min de leitura
Pilotos da FAB numa pista de pouso e decolagem depois de voarem (Foto: Sgt Müller Marin/FAB)
Pilotos da FAB numa pista de pouso e decolagem depois de voarem (Foto: Sgt Müller Marin/FAB)

A Força Aérea Brasileira (FAB) deu início, no dia 1º de julho, a um plano emergencial de contenção, motivado por um bloqueio de R$ 812,2 milhões no orçamento da corporação, conforme determinação do governo federal.


Diante da escassez de recursos, que atinge até mesmo o abastecimento de caças de combate — como reconheceu publicamente o ministro da Defesa, José Múcio — a


Aeronáutica pode suspender a operação de 40 aeronaves e afastar 137 pilotos até o fim de 2025, como parte de uma redução no expediente operacional.

A situação também levou à diminuição das horas de voo dos militares, ao cancelamento de missões previamente programadas e à exclusão de aeronaves de apresentações públicas e eventos.


De acordo com comunicado oficial divulgado pela FAB, os cortes atingem duas frentes: R$ 483,4 milhões em despesas discricionárias, como combustível, manutenção e missões de rotina, e R$ 328,8 milhões voltados a projetos estratégicos, o que pode atrasar entregas previstas e iniciativas de modernização.


O impacto se estende por toda a cadeia de funcionamento da força aérea, comprometendo desde o reabastecimento básico das aeronaves até a compra de insumos essenciais, como lubrificantes, peças e componentes para reparo de motores. A crise afeta unidades operacionais, setores administrativos e estruturas de apoio logístico.

 
 
 

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