EUA oferecem até US$ 25 milhões por informações que levem à prisão de Maduro, acusado de ser líder do narco-Estado venezuelano
- Redação
- 29 de jul. de 2025
- 2 min de leitura

Os Estados Unidos ofereceram uma recompensa de até US$ 25 milhões por informações que levem à prisão ou condenação do ditador Nicolás Maduro, acusado de chefiar o Cartel de Los Soles, uma organização criminosa internacional ligada ao narcotráfico e ao terrorismo.
A publicação foi feita pela DEA (Administração de Repressão às Drogas) na rede X (antigo Twitter), escancarando o que há anos já era denunciado: o regime chavista transformou a Venezuela em um narco-Estado, dominado por corrupção, tráfico de drogas e violação sistemática dos direitos humanos.
O cartaz divulgado pelo governo americano acusa Maduro de uma série de crimes graves: narco-terrorismo, tráfico de cocaína, uso de metralhadoras ilegais e outras atividades ligadas ao crime organizado. A recompensa milionária visa incentivar denúncias anônimas — as identidades dos informantes serão protegidas.
Além de Maduro, o alerta se estende a dois dos principais nomes da cúpula do regime bolivariano: Diosdado Cabello, ministro do Interior, e Vladimir Padrino López, ministro da Defesa — ambos citados como operadores do cartel infiltrado nas Forças Armadas e na máquina estatal venezuelana.
O Departamento do Tesouro dos EUA oficializou a designação do Cartel de Los Soles como organização terrorista internacional, reforçando que o grupo opera há décadas com o apoio e a proteção do alto escalão político, militar e judiciário do regime comunista venezuelano.
A medida segue a linha adotada durante o governo Trump, que já havia enquadrado outras facções criminosas da América Latina, como o Tren de Aragua e os cartéis mexicanos Sinaloa e Jalisco Nueva Generación.
Essa decisão também abre espaço para que os EUA possam agir diretamente, inclusive em território estrangeiro, contra esses grupos. A América precisa acordar: regimes autoritários disfarçados de democracia, como o de Maduro, não só destroem suas nações — mas espalham violência, drogas e instabilidade pela região.






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