EUA bombardeiam instalações nucleares no Irã; Trump ameaça: "Ou haverá paz, ou tragédia"
- Nathalia Moreira
- 21 de jun. de 2025
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Washington e Teerã – Os Estados Unidos realizaram neste sábado (21) uma ofensiva aérea contra três instalações nucleares no Irã. A ação marca uma escalada significativa no conflito no Oriente Médio e foi confirmada pelo ex-presidente Donald Trump, que afirmou: “Concluímos com sucesso nosso ataque aos locais nucleares de Fordow, Natanz e Esfahan”.
O bombardeio ocorreu no nono dia de confrontos na região e foi executado com aviões B-2 Spirit, capazes de carregar armamento pesado e penetrar estruturas subterrâneas. Segundo Trump, a instalação de Fordow foi alvo de seis bombas projetadas para destruir bunkers, enquanto as bases de Natanz e Esfahan teriam sido atingidas por cerca de 30 mísseis Tomahawk.
Resumo dos principais acontecimentos:
Às 20h50 (horário de Brasília), Trump confirmou os bombardeios por meio de sua rede social. Segundo ele, os alvos foram as instalações nucleares em Fordow, Natanz e Esfahan.
Cerca de 20 minutos depois, Trump voltou a se manifestar e declarou que Fordow foi "eliminada", reforçando que o ataque destruiu a principal base nuclear iraniana.
Por volta das 23h, em um pronunciamento mais formal, o ex-presidente alertou que, sem avanços em um acordo de paz, o Irã enfrentará "uma tragédia".
Autoridades iranianas confirmaram que os locais atingidos foram alvos de bombardeios estrangeiros, destacando que Fordow, Natanz e Esfahan sofreram danos.
A TV estatal do Irã informou que, a partir de agora, qualquer cidadão ou militar dos EUA presente na região será considerado alvo legítimo.
De acordo com a agência Reuters, os bombardeios foram realizados com aviões B-2 Spirit, capazes de transportar armamentos pesados, como os necessários para atingir instalações fortificadas como Fordow.
Segundo Trump, o ataque à base de Fordow utilizou seis bombas especiais para penetrar os bunkers subterrâneos, enquanto as demais instalações foram atingidas por 30 mísseis Tomahawk, conforme relatado à emissora Fox News.
Em uma declaração paralela, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, apoiou a ação norte-americana: “Primeiro vem a força, depois a paz”.
O ataque aumenta a tensão internacional e levanta preocupações sobre uma possível guerra em larga escala envolvendo potências nucleares e estratégicas da região.






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