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Deputado do PT é acusado de mandar matar jornalista

  • Redação
  • 14 de jan.
  • 2 min de leitura

Hipocrisia: partido que se diz defensor da democracia enfrenta acusação de execução de jornalista


Um caso de extrema gravidade coloca em xeque o discurso hipócrita da esquerda brasileira sobre democracia, liberdade de expressão e defesa da imprensa. Um deputado estadual do Partido dos Trabalhadores (PT) enfrentará, no mês de fevereiro, uma audiência no Tribunal do Júri acusado de ser o mandante do assassinato de um jornalista, morto a tiros em 2019, no estado do Rio de Janeiro.


A vítima foi o jornalista Robson Ferreira Giorno, executado em frente à própria residência, no município de Maricá, RJ. Segundo o Ministério Público, o crime teve características típicas de execução encomendada, com planejamento prévio, escolha do local e disparos direcionados a regiões vitais do corpo.


A denúncia foi apresentada pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, por meio do GAECO, e descreve o homicídio como frio, premeditado e com risco a terceiros, uma vez que ocorreu em via pública.


O parlamentar acusado é Renato da Costa Machado, filiado ao Partido dos Trabalhadores. De acordo com os promotores, ele teria ordenado a morte do jornalista motivado por vingança, em razão de críticas e reportagens que atingiam sua reputação pessoal e política.


O processo tramita no Tribunal do Júri, instância responsável por julgar crimes dolosos contra a vida. O Ministério Público sustenta que o homicídio foi qualificado por motivo torpe, execução surpresa e perigo comum, diante do local e da forma como foi praticado.


Chama atenção, no entanto, o silêncio quase absoluto da grande imprensa em torno do caso. Apesar da gravidade da acusação, que envolve a execução de um jornalista e a suspeita de participação de um parlamentar do partido que se autoproclama "defensor da democracia", o tema raramente ganha espaço no noticiário nacional. O episódio parece ter se transformado em um verdadeiro tabu, evitado por veículos que, em outros contextos, costumam reagir com indignação imediata a denúncias contra adversários políticos. Resta a pergunta que muitos fazem nos bastidores: trata-se de desinteresse jornalístico ou de receio de ser a próxima vítima



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