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Deputada dos EUA denuncia tirania no Brasil: "Tirem as mãos do Bolsonaro!"

  • Redação
  • 9 de jul. de 2025
  • 2 min de leitura

A deputada federal americana María Elvira Salazar (Partido Republicano – Flórida) escancarou o que muitos brasileiros já sabem: Jair Bolsonaro está sendo perseguido politicamente. Em publicação nesta terça-feira (8), Salazar endossou as declarações do ex-presidente Donald Trump, que havia classificado o que ocorre no Brasil como uma "caça às bruxas" promovida por setores ideologizados do Judiciário. “Deixem Bolsonaro em paz”, pediu Trump.


Salazar foi além e acusou diretamente o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de liderar uma ofensiva autoritária. “Socialistas radicais e juízes ativistas como Alexandre de Moraes estão usando os tribunais como armas para silenciar Bolsonaro, porque têm medo da vontade do povo”, escreveu a deputada em suas redes.

“Isso não é justiça. É um ataque político tirado diretamente do manual socialista.”

A parlamentar americana afirmou que o Brasil, maior potência da América Latina, está sendo governado por um presidente condenado por corrupção, enquanto a Suprema Corte se comporta como um aparato de repressão ideológica. “É uma vergonha o que está acontecendo. O Brasil merece muito mais”, completou.


Ela ainda citou uma frase dita por Moraes, que classificou como absurda, e finalizou com um apelo forte que viralizou entre conservadores nas redes:

“Tirem as mãos do Bolsonaro!”

Salazar já havia feito críticas públicas ao governo Lula e ao STF em discursos anteriores. Em uma sessão do Congresso americano, em maio do ano passado, disse com todas as letras:

“O Brasil não só tem um corrupto como presidente, mas também um operador totalitário no comando da Suprema Corte.”

A fala da deputada representa mais uma voz internacional que se levanta contra os abusos do Judiciário brasileiro, ecoando o sentimento de milhares de brasileiros que vêm denunciando o cerceamento das liberdades, o uso político das instituições e a censura seletiva contra influenciadores e lideranças conservadoras.

 
 
 

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