Brasil afunda: país despenca para 87º posição no ranking global de PIB per capita, aproximando-se da metade mais pobre do planeta
- Redação
- 22 de jul. de 2025
- 3 min de leitura

O retrato da economia brasileira em 2025 não poderia ser mais alarmante. Segundo dados do FMI (Fundo Monetário Internacional), o Brasil despencou da 48ª para a 87ª posição no ranking global de PIB per capita ajustado por paridade de poder de compra (PPC) — índice que mede a riqueza média de cada cidadão, considerando o custo de vida local. O que isso significa na prática? O brasileiro está ficando mais pobre enquanto o governo aumenta os gastos e desorganiza a economia.
A queda brusca é reflexo direto de escolhas equivocadas do governo Lula, como o aumento da máquina pública, o desprezo pelas reformas estruturais e o descontrole fiscal. Com crescimento econômico fraco, alta inflação e investimentos estagnados, o Brasil se aproxima da metade mais pobre do mundo, segundo os dados do FMI de abril de 2025.
Povo sufocado: inflação, salários baixos e custo de vida alto
Enquanto o governo investe bilhões em propaganda e amplia ministérios para acomodar aliados políticos, milhões de brasileiros lutam diariamente para colocar comida na mesa. O poder de compra das famílias está em queda, os salários não acompanham a inflação e o desemprego estrutural atinge especialmente jovens e trabalhadores de baixa renda.
A atual política econômica mergulhou o país em uma espiral de estagnação e empobrecimento. O PIB per capita é hoje de apenas US$ 11.178, uma média que coloca o Brasil atrás de países com muito menos recursos naturais e infraestrutura. Na prática, a qualidade de vida da população despenca, enquanto Brasília finge que tudo vai bem.
Investimentos minguam, Correios afundam e dívida explode
Além do recuo no ranking de riqueza, o FMI também alerta: o Brasil tem uma das piores taxas de investimento do mundo — projetada em 15,4% do PIB até 2029, contra 32,4% em países emergentes. Essa falta de investimento afeta diretamente a criação de empregos, a modernização da economia e o acesso a serviços básicos.
O caso dos Correios é emblemático: dívidas de R$ 2,75 bilhões, pagamentos suspensos e uma estrutura estatal inchada — tudo isso enquanto o governo insiste em manter estatais ineficientes com dinheiro público, em vez de investir na população que realmente precisa.
Um Brasil mais pobre, menos produtivo e sem perspectiva
Apesar de o país ainda figurar como a 10ª maior economia em termos nominais, a queda no ranking de PIB per capita é um alerta: cresce o abismo entre a elite política e o povo que carrega o país nas costas. A produtividade está em colapso, e a ausência de reformas estruturais condena o país à mediocridade econômica.
A pergunta que fica é: até quando o Brasil suportará esse modelo? A cada relatório internacional, fica mais evidente que o caminho da estatização, do populismo fiscal e da ineficiência pública não está combatendo a pobreza — está aprofundando ela.
Mas governo, Congresso e Judiciário parecem bastante satisfeitos com esse desempenho medíocre. Para eles, esse Brasil à deriva não existe. No Executivo, no entanto, Lula da Silva só pensa em lançar programas que possam recuperar sua popularidade até a eleição. No Legislativo, os parlamentares só querem que suas emendas sejam quitadas. E nos tribunais, sempre há espaço para um pagamento retroativo e para um novo penduricalho, tudo com isenção de impostos.
A maioria da população percebe que o dinheiro já não compra o que comprava no passado e sabe que não tem alternativa a não ser se adaptar à realidade. Mas nenhum dos Três Poderes está disposto a rever despesas e contribuir com o futuro do País em nome do interesse público. A posição do Brasil no ranking do FMI é reflexo dessas escolhas.






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