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Benedita da Silva (PT) quer incluir figuras femininas negras nas notas do real.

  • Redação
  • 27 de jun. de 2025
  • 2 min de leitura

Projeto relatado por Benedita da Silva (PT-RJ) avança na Câmara e propõe usar cédulas e moedas para reforçar narrativa de esquerda com foco em raça e gênero


A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados aprovou, no último dia 11 de junho, um projeto de lei que pretende transformar as cédulas e moedas brasileiras em instrumento de promoção ideológica. A proposta prevê que o Banco Central passe a estampar nas notas figuras femininas negras ligadas a pautas identitárias, como a luta contra o racismo e o machismo.


O projeto é de autoria do deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), e teve relatoria da deputada petista Benedita da Silva (PT-RJ), ambos nomes conhecidos pelo ativismo ideológico e alinhamento com a esquerda radical. A proposta altera a Lei 4.595/64, que regula a política monetária do país, para atender a uma agenda simbólica e desconectada das prioridades econômicas e sociais urgentes do Brasil.


Chama atenção o fato de Benedita ter retirado do texto a obrigatoriedade de consulta pública à população — medida que estava prevista na proposta original. Ela alegou que o processo seria “tecnicamente complexo”, o que levanta questionamentos sobre o interesse real em ouvir os brasileiros antes de mexer com um dos maiores símbolos nacionais: o dinheiro.


“Em mais de 30 anos de circulação do real, a única imagem de mulher que figura nas notas atuais é a abstrata ideia da República”, justificou Benedita, ignorando que a figura da República simboliza todos os brasileiros, independentemente de raça ou gênero — exatamente o oposto da fragmentação identitária proposta no projeto.


Próximos passos:

Agora, o texto segue para as Comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). Caso aprovado, vai ao plenário da Câmara e, depois, ao Senado. Por fim, dependerá da sanção presidencial.


A proposta é vendida como um ato de “reparação histórica”, mas na prática, alimenta uma visão fragmentada da sociedade e tenta impor uma agenda ideológica à força, em vez de promover igualdade de fato. Em vez de focar em soluções reais para os desafios enfrentados pelas mulheres e pelos brasileiros em geral

 
 
 

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