STF mantém Moraes, Zanin e Dino no julgamento de Bolsonaro
- Nathy Souza

- 20 de mar. de 2025
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Seis ministros seguiram o voto do presidente do STF, Roberto Barroso, para negar os recursos das defesas de Jair Bolsonaro e mais 7 acusados pela PGR

Até o momento, ao menos seis ministros se manifestaram contra os pedidos de afastamento dos magistrados. Os votos favoráveis à permanência de Moraes, Zanin e Dino foram dados por Luís Roberto Barroso, Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Edson Fachin, além dos próprios ministros questionados, que se abstiveram de votar sobre sua participação no caso.
O julgamento definirá se o ex-presidente Jair Bolsonaro e outros 7 acusados se tornarão réus por tentativa de golpe de Estado entre outros crimes.
Jair Bolsonaro, ex-presidente da República;
Alexandre Ramagem, ex-diretor-geral da Abin;
Almir Garnier, ex-comandante da Marinha;
Anderson Torres, ex-ministro da Justiça;
Augusto Heleno, ex-ministro do GSI;
Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro;
Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa;
Braga Netto, ex-ministro da Casa Civil e candidato a vice-presidente em 2022.
A defesa de Bolsonaro e dos demais acusados sustentava que os três ministros deveriam ser impedidos de atuar no julgamento devido a possíveis conflitos de interesse. Moraes foi citado como vítima em investigações relacionadas ao suposto golpe, Zanin integrou a equipe jurídica da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva em 2022, e Dino, ex-governador do Maranhão, moveu ações contra Bolsonaro, além de ter ocupado cargo no atual governo.
Os advogados de Bolsonaro também pediram que a denúncia fosse julgada pelo plenário do Supremo, composto por todos os 11 ministros, e não pela Primeira Turma, que tem cinco ministros.






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