Moraes vota a favor de resolução do conselho de psicologia que persegue Cristãos
- 27 de mar.
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Em mais uma decisão que levanta debates sobre a perseguição religiosa no Brasil, o ministro Alexandre de Moraes votou a favor de manter uma resolução do Conselho Federal de Psicologia (CFP) que, na prática, tenta silenciar a fé dos profissionais de saúde mental. A norma proíbe qualquer associação entre a prática clínica e crenças religiosas, o que tem sido interpretado como um mecanismo de censura prévia.
A criminalização do óbvio
De acordo com o Instituto Brasileiro de Direito e Religião (IBDR), o que está ocorrendo é uma verdadeira "caça às bruxas". Profissionais estão sendo alvos de processos investigativos por razões banais que fazem parte da liberdade individual de qualquer cidadão:
Identificar-se como cristão na biografia das redes sociais;
Exibir símbolos religiosos em perfis onde divulgam seu trabalho;
Postar versículos bíblicos, mesmo sem qualquer relação com orientações técnicas;
Afirmar que a fé é um recurso legítimo para enfrentar o sofrimento humano.
O argumento do Judiciário
Para Moraes, a medida serve para "preservar o paciente". No entanto, críticos e entidades de classe apontam que o argumento é uma fachada para violar a liberdade religiosa garantida pela Constituição. Enquanto outras filosofias e ideologias são toleradas dentro dos consultórios, o cristianismo parece ser o alvo principal da burocracia estatal.
Resistência no STF
A norma está sendo contestada no Supremo Tribunal Federal por entidades que denunciam o uso do CFP como um braço ideológico para perseguir psicólogos que mantêm seus valores conservadores. Para esses grupos, a tentativa de "higienizar" a fé do debate público é um passo perigoso rumo ao controle estatal sobre a consciência individual e a espiritualidade do povo brasileiro.






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