Moraes ignora pedido de defesa e ordena que Exército entregue armas de Bolsonaro diretamente à PF
- 6 de jul.
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O cerco e a perseguição implacável do sistema contra o ex-presidente Jair Bolsonaro ganharam mais um capítulo nesta segunda-feira (6). Em mais uma decisão monocrática que evidencia o tom persecutório, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que o Exército Brasileiro passe por cima dos trâmites habituais e entregue diretamente à Polícia Federal oito armas registradas legalmente em nome do líder conservador.
A medida ocorre logo após Moraes prorrogar a prisão domiciliar de Bolsonaro e ordenar a apreensão de seu armamento. Demonstrando total colaboração e respeito às instituições, a defesa de Bolsonaro informou prontamente que os equipamentos (compostos por cinco pistolas, duas espingardas e um fuzil) já se encontravam guardados no Comando do Batalhão de Polícia do Exército, em Brasília.
Os advogados do ex-presidente haviam solicitado formalmente a autorização legal e segura para realizar o transporte e a devida entrega das armas. No entanto, em um gesto interpretado por apoiadores como mais uma tentativa de criar um fato político e desautorizar qualquer autonomia da defesa, Moraes negou o pedido e exigiu que o próprio Exército faça o repasse direto à PF.
Para analistas e movimentos de direita, a obsessão em desarmar e sufocar juridicamente o ex-presidente reflete o medo que o sistema mantém do maior líder de oposição do país, utilizando a máquina do Judiciário para impor constrangimentos contínuos a Bolsonaro e sua família.






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