top of page

Lula autoriza compra de TVs smart para presos

  • Editor
  • 14 de jan.
  • 2 min de leitura

Com gasto de quase R$ 100 mil em Smart TVs para sessões de cinema em penitenciárias federais, governo prioriza o conforto de criminosos enquanto a população enfrenta violência crescente.


O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu investir dinheiro público na compra de 40 Smart TVs de 50 polegadas para a realização de sessões de cinema em penitenciárias federais. A medida, apresentada sob o discurso de “ressocialização”, escancara mais uma vez a inversão de prioridades de uma gestão que parece cada vez mais desconectada da realidade enfrentada pela população.


Em meio ao avanço da criminalidade, ao fortalecimento de facções e à sensação generalizada de insegurança nas cidades brasileiras, o Planalto opta por direcionar recursos para entretenimento dentro de presídios de segurança máxima. O custo da iniciativa ultrapassa R$ 85 mil, valor que poderia ser empregado no reforço do policiamento, na compra de equipamentos para as forças de segurança ou em ações concretas de combate ao crime organizado.


As televisões serão distribuídas para unidades federais espalhadas pelo país, onde cumprem pena criminosos de alta periculosidade. Ainda assim, o governo insiste em vender a ideia de que sessões de cinema teriam potencial educativo e transformador, ignorando o sentimento de revolta de milhões de brasileiros que trabalham, pagam impostos e convivem diariamente com o medo da violência.


Para críticos do governo, a iniciativa simboliza uma política pública mais

preocupada com o conforto do sistema prisional do que com a proteção do cidadão honesto. Enquanto policiais enfrentam sucateamento, baixos salários e falta de estrutura, presos recebem equipamentos modernos bancados pelo contribuinte.


A decisão também reforça uma marca já conhecida do lulismo: a leniência com o crime e a romantização do discurso da ressocialização, sem apresentar resultados concretos na redução da reincidência ou no enfraquecimento das facções criminosas. Na prática, o que se vê é um Estado fraco com o bandido e ausente para a vítima.


Ao apostar em políticas simbólicas e ideológicas, o governo Lula ignora a principal demanda da sociedade: segurança pública eficiente, rigor contra o crime e respeito a quem cumpre a lei. Em vez disso, prefere investir em cinema para presos, aprofundando a sensação de injustiça e descrédito nas instituições.

No fim, a mensagem transmitida é clara e preocupante: no Brasil governado por Lula, o bandido segue no centro das atenções, enquanto o cidadão de bem continua pagando a conta.

Comentários


bottom of page