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Gastos do governo podem comprometer 95% de tudo o que o Brasil produz

  • Redação
  • 13 de jan.
  • 2 min de leitura

Gastos fora do controle fiscal fazem dívida disparar e ameaçam emprego, crédito e custo de vida


A política econômica do governo Lula está colocando o Brasil em um caminho perigoso. Segundo dados do próprio Tesouro Nacional, a dívida do país pode chegar a quase 95% de tudo o que o Brasil produz por ano na próxima década. E quem vai pagar essa conta, como sempre, é o brasileiro comum.


O problema começa com a decisão do governo de tirar os precatórios (dívidas que o Estado é obrigado a pagar por decisão da Justiça) das regras de controle de gastos. Na prática, isso funciona como um “cheque especial” liberado para o governo gastar mais agora e empurrar a conta para o futuro.


O discurso oficial diz que isso abre espaço para investimentos. Mas a realidade é outra: o governo gasta sem controle, aumenta a dívida e enfraquece ainda mais as contas públicas.


Se nada mudar — e o próprio Tesouro admite que não há plano claro de corte de gastos — a dívida do país pode bater 95% do PIB até 2035. Mesmo num cenário “otimista”, em que o governo consiga aumentar impostos ou criar novas formas de arrecadação, a dívida continuaria alta, perto de 88%.


E o que isso muda na vida do brasileiro?


Muda tudo, e para pior.


  • Os juros ficam mais altos, encarecendo financiamento de casa, carro e até compras parceladas.

  • O crédito some, principalmente para pequenos empresários e trabalhadores.

  • A inflação volta a pressionar, fazendo o dinheiro render menos no supermercado.

  • Impostos tendem a aumentar, porque o governo prefere taxar do que cortar gastos.

  • Serviços públicos não melhoram, mesmo com mais dinheiro arrecadado.


Ou seja, o governo gasta mais, a dívida cresce, e o povo continua sem ver retorno na saúde, na segurança e na educação.


Hoje, a dívida já está próxima de 80% do PIB, e a tendência é de alta. O próprio Tesouro reconhece que o pior momento dos precatórios ainda está por vir, com um pico de quase R$ 100 bilhões em pagamentos nos próximos anos.


O cenário deixa claro que falta responsabilidade fiscal, sobra improviso e o governo Lula insiste na velha fórmula que já deu errado no passado: gastar sem freio agora e deixar a bomba para o futuro.

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