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Covardia na UERJ: Equipe de influencer conservador é agredida por deputado do PSOL

  • 14 de abr.
  • 2 min de leitura

Atualizado: 14 de abr.

Influenciadores da União Conservadora pedem a perda de mandato de deputado do PSOL após episódio de violência



O campus da UERJ em São Gonçalo foi palco de uma demonstração de truculência e desespero por parte da esquerda radical na última segunda-feira. O deputado estadual Professor Josemar (PSOL-RJ) é o protagonista de um episódio lamentável de agressão física contra a equipe do influenciador Pedro Neto, membro da União Conservadora. O ataque ocorreu de forma covarde enquanto os comunicadores realizavam seu trabalho de acompanhamento político em um debate acadêmico.


De acordo com os registros que expõem a face autoritária do parlamentar, o filmmaker Davy Silva foi surpreendido pelas costas com um golpe de "mata-leão" aplicado pelo próprio deputado, enquanto filmava conversava com o também psolista Glauber Braga. A cena de selvageria foi agravada pela ação do assessor de Josemar, Alex Serpe, que tomou o celular utilizado para documentar o evento e o arremessou repetidamente contra o solo, em uma tentativa clara de destruir provas e cercear a liberdade de imprensa daqueles que pensam diferente.


Diante do crime, a resposta foi imediata e institucional. Pedro Neto e sua equipe registraram um Boletim de Ocorrência por lesão corporal na 73ª DP, em Neves, e agora articulam uma ofensiva na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. O objetivo é protocolar junto ao presidente interino da ALERJ, Guilherme Delaroli (PL), um pedido de abertura de processo disciplinar no Conselho de Ética, visando a cassação imediata do mandato de Josemar.


O episódio reforça a denúncia de que setores da esquerda buscam transformar as universidades em zonas de exclusão para o pensamento conservador através da violência física. Enquanto o deputado e a reitoria da UERJ se mantêm em um silêncio cúmplice, as lideranças direitistas garantem que não descansarão até que a justiça seja feita e o parlamentar responda por seus atos, defendendo a tese de que a imunidade parlamentar não pode servir de salvo-conduto para agressores de cidadãos.

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