Alana Passos reafirma que "só existe macho e fêmea" e desafia a esquerda na Câmara do Rio
- 11 de mar.
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Enquanto o PSOL ocupa a Comissão da Mulher com parlamentar Trans em Brasília, Alana Passos sai em defesa das mulheres biológicas no Rio: 'Só existe macho e fêmea!

Enquanto a esquerda avança sobre espaços institucionais femininos em Brasília, a vereadora Alana Passos (PL) levantou uma voz de resistência na Câmara Municipal do Rio de Janeiro nesta terça-feira (10). Em um discurso firme e pautado na realidade biológica, a parlamentar conservadora declarou que mulheres trans não são mulheres, gerando uma reação desesperada de membros do PSOL e do PT.
"Me respeitem como mulher fêmea. Na biologia, só existe macho e fêmea", afirmou Alana, defendendo o espaço das mulheres biológicas diante da tentativa de reescrita das normas sociais por ideologias de gênero.
A fala de Alana Passos não ocorre no vácuo. Ela surge justamente na semana em que o cenário político nacional assiste a um movimento controverso na Câmara dos Deputados: a indicação da deputada trans Erika Hilton (PSOL-SP) para assumir a presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher. A mesma parlamentar que insiste que a palavra mãe deve ser ignorada e resumida a expressão "pessoa que gesta".
Para muitos parlamentares da ala direitista e movimentos de defesa da família, a entrega da comissão a uma parlamentar trans é vista como um "tapa na face" das mulheres biológicas brasileiras, que perdem protagonismo em um colegiado criado especificamente para tratar de suas demandas e vulnerabilidades naturais.
Como era de se esperar, o discurso de Alana foi recebido com gritos e tentativas de censura por parte da bancada esquerdista no plenário carioca. No entanto, nas redes sociais, o apoio à vereadora foi imediato. Eleitores destacam que a parlamentar está apenas "dizendo o óbvio" e protegendo a integridade dos espaços femininos — como banheiros e competições esportivas — que vêm sendo ameaçados pela agenda progressista.






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