top of page

Erika Hilton leva Nikolas Ferreira à PGR por campanha de arrecadação para vítimas em MG

  • 27 de fev.
  • 1 min de leitura

A parlamentar federal Erika Hilton (PSOL-SP) protagonizou mais um episódio de polarização política desnecessária ao protocolar uma representação na Procuradoria-Geral da República (PGR) contra Nikolas Ferreira (PL-MG), acusando-o de “atrapalhar” os trabalhos de resgate e reparos nas áreas devastadas pelas enchentes na Zona da Mata mineira.


Em vez de contribuir com ações concretas para as vítimas que enfrentam dezenas de mortes, desaparecidos e milhares de desalojados em cidades como Ubá e Juiz de Fora, Hilton optou por interpretar a presença de Nikolas no local como obstrução criminosa, invocando o Artigo 265 do Código Penal para enquadrar uma suposta “mídia” feita pelo parlamentar em meio à emergência. A atitude revela uma postura que prioriza ataques partidários em detrimento da solidariedade real às famílias em luto e às equipes de bombeiros, Exército e Defesa Civil que atuam incansavelmente.


Enquanto isso, Nikolas Ferreira demonstrou compromisso prático com os afetados ao mobilizar uma vaquinha online que, em poucos dias, arrecadou mais de R$ 2 milhões para assistência humanitária, além de anunciar a destinação de R$ 2 milhões em emendas parlamentares para reconstrução de infraestrutura, como a Policlínica Regional em Ubá. A denúncia de Hilton, sem evidências robustas de prejuízo efetivo aos resgates e em um momento de tragédia, soa como tentativa de desqualificar esforços alheios e gerar desgaste político, ignorando que o foco deveria estar na ajuda às vítimas e não em narrativas de perseguição ideológica. Esse tipo de conduta, em plena catástrofe, reforça a percepção de que certos parlamentares colocam a disputa eleitoral acima da urgência humanitária.


Comentários


bottom of page