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ABSURDO: Jornalista da folha de São Paulo diz que aumento do combustível é bom para o Brasil

  • 25 de mar.
  • 2 min de leitura

O delírio de quem enxerga 'pedagogia' na inflação: como o ambientalismo radical usa a crise para empurrar uma agenda que fabrica pobreza e endividamento.



Em texto publicado nesta Folha de S.Paulo (24/03/2026), o colunista Bernardo Guimarães defende uma tese que, à primeira vista, parece um exercício intelectual sofisticado, mas que, na prática, soa como um escárnio para quem vive no Brasil real: a ideia de que o combustível caro pode ser "bom". Segundo o autor, o preço alto funcionaria como um corretor de rumos, forçando a sociedade a abandonar o carbono em nome de uma eficiência futura.



O problema é que, entre a teoria econômica do gabinete e o tanque de combustível do trabalhador, existe um abismo chamado sobrevivência.


Dizer que o aumento dos combustíveis é um "incentivo" à transição energética ignora a espinha dorsal do Brasil. Somos um país rodoviário. Quando o diesel sobe, o preço do prato de comida sobe na mesma proporção. Para o jornalista, o preço alto é um gráfico de externalidades; para a dona de casa, é o corte na proteína da semana. O combustível caro não educa o consumidor; ele o empobrece e o empurra para o endividamento sistêmico.


É preciso ser direto: ambientalistas radicais estão tentando sequestrar este momento de crise global para empurrar suas agendas a qualquer custo. Sob o pretexto de "salvar o planeta", aplaudem medidas que asfixiam a classe média e os mais pobres. É uma forma cruel de engenharia social: torna-se o custo de vida proibitivo para forçar uma mudança de hábito que as pessoas não têm condições financeiras de adotar.


Ninguém troca um motor a combustão por um carro elétrico de 200 mil reais porque o combustível subiu; a pessoa simplesmente para de pagar outras contas ou entra no cheque especial para continuar trabalhando.


O Brasil Não é um Laboratório


A visão exposta na Folha ignora que a energia barata é, historicamente, a maior ferramenta de ascensão social que o mundo já viu. Punir o consumo antes de oferecer infraestrutura de transporte público de qualidade é colocar a carroça na frente dos bois.


O "bem" que o colunista enxerga no combustível caro é, na verdade, um mal imediato: mais pobreza, menos competitividade e uma economia paralisada. A transição energética deve vir da inovação e da viabilidade econômica, nunca através da fome ou da falência forçada de quem produz.


No mundo real de 2026, a prioridade não deveria ser celebrar o preço alto como "pedagogia", mas sim buscar soluções que não sacrifiquem o sustento da população em nome de utopias.

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