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União Europeia exclui Brasil de lista de exportadores de carne e acende alerta sobre fragilidade do governo Lula no agro

  • 12 de mai.
  • 2 min de leitura

A decisão do bloco europeu aumenta a pressão sobre o governo Lula, gera preocupação no agronegócio brasileiro e levanta críticas sobre a falta de articulação internacional do PT diante das exigências sanitárias impostas pela União Europeia.



A União Europeia decidiu excluir o Brasil da lista de países autorizados a exportar determinados produtos de origem animal para o bloco europeu, em uma medida que representa mais um desgaste internacional para o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e acende alerta no agronegócio nacional. A decisão entra em vigor em 3 de setembro e afeta exportações de bovinos, aves, ovos, mel, peixes e outros produtos ligados à cadeia pecuária brasileira.


Segundo autoridades europeias, o Brasil não apresentou garantias consideradas suficientes sobre o controle do uso de antimicrobianos e antibióticos na criação animal, uma exigência sanitária que passou a ser tratada como prioridade pela União Europeia.


A exclusão do Brasil ocorre justamente em meio às discussões envolvendo o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia, ampliando a percepção de isolamento internacional do país em setores estratégicos. Enquanto países como Argentina, México e Colômbia permaneceram habilitados para exportação, o Brasil acabou retirado da lista europeia.


O episódio também expõe críticas crescentes à condução diplomática e sanitária do governo petista. Integrantes do setor agropecuário avaliam que houve falha na articulação internacional e falta de resposta rápida às exigências impostas pelos europeus. Nos bastidores, produtores temem prejuízos econômicos, perda de competitividade e danos à imagem do agro brasileiro no exterior.


A justificativa da União Europeia está ligada ao combate à resistência antimicrobiana, tema tratado como prioridade sanitária pelo bloco. Autoridades europeias alegam que o Brasil não comprovou adequadamente o cumprimento das normas exigidas para controle desses medicamentos na pecuária.


O Ministério da Agricultura já foi informado oficialmente da decisão. Apesar disso, o governo brasileiro ainda tenta reverter o cenário e recuperar a autorização para exportação ao mercado europeu

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