EUA: ‘mulher trans’ é transferida de presídio após engravidar detentas
- jornaldadireitaofi
- 19 de jul. de 2022
- 2 min de leitura
Demi Minor ainda exige “direito” de continuar em presídio exclusivo para mulheres

Um detendo que se auto declara uma “mulher transgênero" foi transferido de uma prisão exclusiva para mulheres em Nova Jersey, nos Estados Unidos (EUA) no dia 24 de julho, após engravidar duas detentas da unidade prisional.
“Esta semana fui transferido de uma instalação feminina para uma instalação masculina, quero dizer, esse tipo de ódio por quem eu realmente sou tem que parar”, disse Demi Minor, de 27 anos, em uma publicação em seu perfil no Twitter, que continua ativo.
De acordo com o porta-voz do Departamento de Correções do estado (NJDOC), Dan Sperrazza, Minor, foi transferido(a) da penitenciária Edna Mahan Correctional Facility em Clinton para a Garden State Youth Correctional Facility, unidade para homens infratores adultos localizada no condado de Burlington.
Sperrazza afirma também que as gravidezes de duas detentas ocorreram após "relações sexuais consensuais com outras pessoas encarceradas".
Demi Minor está cumprindo uma sentença de 30 anos por homicídio culposo e se declara um defensor da justiça para jovens encarcerados.
A possibilidade de Minor, que é um homem biológico, ficar preso em uma unidade exclusivas para mulheres foi autorizada em 2021, depois que o Estado de Nova Jersey promulgou uma política que permitiu que os prisioneiros fossem alojados de acordo com sua “identidade de gênero”.
A decisão foi tomada, após um preso trans, que viveu em prisões masculinas por 18 meses, e a “União Americana das Liberdades Civis de Nova Jersey”, terem entrado com uma ação pedindo o “direito”.
“A pressão cresce em mim a cada noite, mas continuo perguntando como uma mulher negra transgênero: onde diabos estão os defensores e organizações que se dedicam a defender os direitos dos transgêneros e outras pessoas LGBT???”, questionou Minor também em uma publicação no Twitter.
Por meio da iniciativa “justice4demi.org”, o(a) detento(a) ainda exige “direito” de continuar em presídio exclusivo para mulheres.
“Eu sou mais do que uma história mais do que uma manchete Eu sou uma mulher única alojada de forma incongruente com minha identidade de gênero”, completou.
Assim como o suposto “direito à visitas íntimas" nos presídios brasileiros, a presença de homens biológicos em presídios femininos pode acarretar em diversos problemas às unidades prisionais, sejam eles de segurança ou de saúde coletiva.
Casos como este revelam também a possibilidade de casos de estupros devido aos ambientes compartilhados.
Com informações: Fox News.






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