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QUEREM TIRAR FLÁVIO BOLSONARO DO JOGO

  • Editor
  • 15 de jan.
  • 2 min de leitura

Com Lula em queda e Flávio em ascensão nas pesquisas, a esquerda aciona PF E STF para tentar tirá-lo da disputa de 2026 com denúncia absurda



Não é coincidência. À medida que o nome do senador Flávio Bolsonaro cresce nas pesquisas e começa a se consolidar como uma alternativa competitiva para a eleição presidencial de 2026, o sistema reage, e reage com força.


A Polícia Federal passou a analisar um pedido encaminhado pelo Ministério da Justiça para investigar o senador por postagens em redes sociais. O requerimento foi formulado pela deputada petista Dandara Tonantzin (PT-MG) e chegou à PF de forma surpreendentemente célere, o que levantou suspeitas imediatas sobre motivação política por trás da iniciativa.


O pretexto usado é tão frágil quanto revelador: uma publicação em que Flávio Bolsonaro faz uma associação política entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ditador venezuelano Nicolás Maduro. Ou seja, uma crítica política, amparada pela liberdade de expressão e pelo debate democrático agora é tratada como se fosse caso de polícia.


Nos bastidores de Brasília, a leitura é clara: a esquerda já enxerga Flávio Bolsonaro como uma ameaça real à reeleição de Lula. Seu discurso firme, alinhado ao conservadorismo, à pauta de segurança pública e à rejeição popular ao lulismo recolocaram o sobrenome Bolsonaro no centro do debate nacional, algo que o sistema tenta impedir a qualquer custo.


A estratégia não é nova. Quando não conseguem derrotar adversários nas urnas, recorrem à judicialização da política, usando investigações, pedidos administrativos e narrativas criminais para interditar candidaturas antes mesmo do início oficial da campanha. O objetivo é claro: desgastar, intimidar e afastar Flávio Bolsonaro do cenário eleitoral de 2026.


O pedido de investigação foi encaminhado ainda sob a gestão de Ricardo Lewandowski no Ministério da Justiça, figura historicamente alinhada ao campo progressista e ao STF. Para críticos, trata-se de mais um movimento coordenado entre setores do Executivo, do Judiciário e da militância petista para blindar Lula de adversários competitivos.



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