Lula Entra no Ano Eleitoral Rejeitado por 57% dos Brasileiros
- Redação
- há 4 dias
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Lula da Silva (PT), aos 80 anos e prestes a buscar um 4º mandato presidencial, entra oficialmente no ano eleitoral com um recorde alarmante de desaprovação popular. Segundo a mais recente pesquisa do PoderData, nada menos que 57% dos brasileiros reprovam o desempenho pessoal de Lula, enquanto apenas 34% dizem aprovar sua gestão no comando do país, um número modestíssimo para um presidente em campanha.
Este índice de rejeição pessoal do petista supera até mesmo a desaprovação do próprio governo, que, embora já elevado, fica em “apenas” 53%. Em outras palavras: mais brasileiros desaprovam o presidente do que aprovam até mesmo as políticas que hoje são atribuídas ao Palácio do Planalto.
Tendência de Desgaste Continuado
A pesquisa demonstra a progressiva deterioração da imagem pública de Lula ao longo de quase dois anos, com um aumento constante de eleitores que consideram seu desempenho ruim ou péssimo. Em comparações históricas, a diferença entre aprovação e desaprovação praticamente dobrou desde março de 2024, passando de um gap de 11 pontos para 23 pontos negativos em janeiro de 2026 , um sinal claro de rejeição crescente.
Esse cenário mostra que, apesar do uso da máquina pública e dos benefícios pontuais (como isenções fiscais ou programas sociais), a chamada “fadiga de material” está surtindo efeito, e a população já não confia mais em Lula como líder capaz de administrar o país, mesmo entre eleitores que eventualmente aprovaram alguma política específica.
Esses números são um indicador de desgaste profundo do petismo e da narrativa de “liderança carismática” de Lula. Enquanto o presidente tenta se manter competitivo em cenários eleitorais, a **rejeição superior à aprovação revela que parte significativa do eleitorado busca alternativas reais e não meras recorrências de políticas fracassadas.
É importante destacar que não se trata apenas de números frios, mas de um sinal político: o eleitor brasileiro está cansado. A rejeição em faixas como homens, eleitores de renda mais alta e classes médias (onde a desaprovação ultrapassa 60%) indicam que o desgaste ultrapassa divisões regionais e recortes ideológicos tradicionais. Lula hoje é visto por uma ampla maioria como um presidente desgastado, ultrapassado e incapaz de reconquistar o eleitorado que já se afastou dele.
Para além dos números da rejeição, cresce entre os brasileiros a percepção de que o país vive um momento de desequilíbrio institucional, marcado por decisões do Supremo Tribunal Federal vistas por muitos como excessivas e seletivas. A direita conservadora denuncia há anos restrições à liberdade de expressão, remoções de conteúdo, investigações controversas e punições direcionadas a opositores do sistema, o que alimenta a sensação de censura e injustiça, principalmente após a prisão do presidente Bolsonaro e a forma desumana como essa prisão tá sendo conduzida. Esse despertar da consciência política, ajuda a explicar o desgaste acelerado do governo Lula e reforça a ideia de que a disputa de 2026 não será apenas eleitoral, mas também uma reação popular em defesa da liberdade, do equilíbrio entre os Poderes.






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