PT apela à PGR e tenta criminalizar elogios a Tarcísio nas redes
- Redação
- 19 de jan.
- 2 min de leitura
Representação na PGR contra elogios nas redes expõe estratégia de judicialização da política e levanta críticas sobre tentativa de censura e uso eleitoral das instituições

O Partido dos Trabalhadores (PT, principal aliado do governo Lula) recorreu à Procuradoria-Geral da República para tentar criminalizar elogios espontâneos a Tarcísio de Freitas feitos por usuários e perfis nas redes sociais, numa clara tentativa de usar a máquina estatal como arma eleitoral com vistas a 2026.
A representação apresentada à PGR pela legenda petista, com o apoio do ministro Guilherme Boulos (PSOL), baseia-se em uma reportagem da revista Piauí que identificou mudança de comportamento de perfis de entretenimento no Instagram, com publicações que destacaram ações populares da gestão de Tarcísio em São Paulo como, isenção de IPVA para motocicletas, entrega de obras do Rodoanel e combate à Enel.
Para o PT, isso seria “publicidade institucional travestida de conteúdo orgânico”, supostamente violando a Constituição e configurando abuso de poder econômico. Mas críticos apontam que essa narrativa sofre da falta de provas concretas, e que o verdadeiro objetivo do pedido é politizar a Justiça para tentar frear a ascensão de um potencial candidato de direita.
Tentativa de criminalizar apoio popular
A estratégia petista tem cheiro de eleição: ao chamar a PGR para atuar em um caso que, na prática, envolve meramente postagens favoráveis a um governante eficiente, o PT demonstra que seu foco não está em investigar corrupção de fato, mas em criminalizar apoio popular e conteúdo digital que beneficie adversários políticos em ano eleitoral.
Especialistas conservadores têm alertado que isso pode abrir um precedente perigoso para a liberdade de expressão, em que qualquer manifestação positiva nas redes contra figuras de esquerda possa ser enquadrada como crime. Ainda assim, petistas insistem em transformar essa disputa de narrativa em caso para o Ministério Público Federal.
Governo de São Paulo rebate acusações e nega irregularidades
A administração de Tarcísio de Freitas refutou as alegações do PT, afirmando que não há qualquer comprovação de financiamento público a perfis de fofoca ou influenciadores digitais. Segundo a gestão paulista, toda comunicação institucional está amparada pela lei e tem por objetivo a transparência das ações públicas, algo que o PT tenta distorcer para fins partidários.
A defesa de Tarcísio ressalta ainda que a popularidade dele nas redes reflete o reconhecimento da população por uma gestão técnica e eficaz, não “propaganda ilegal”. Essa visão contrasta com a postura petista de transformar qualquer sucesso de adversários em alvo de investigação judicial.






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