PF mira amiga de Lulinha em escândalo bilionário do INSS e cerco se aproxima do entorno de Lula
- 18 de mai.
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Investigação da Polícia Federal sobre descontos ilegais em aposentadorias avança sobre pessoas ligadas ao entorno de Lulinha e aumenta pressão política sobre o governo petista.

A Polícia Federal avançou nas investigações sobre o esquema bilionário de fraudes no INSS e agora mira pessoas ligadas ao círculo próximo da família do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A empresária Roberta Luchsinger, apontada como amiga de Fábio Luís Lula da Silva, o “Lulinha”, foi chamada para prestar esclarecimentos no inquérito que apura desvios envolvendo descontos ilegais em aposentadorias e pensões.
Segundo informações reveladas pela imprensa, a PF identificou indícios de que Roberta teria atuado como intermediária entre Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, e Lulinha. O operador é apontado pelos investigadores como uma das peças centrais do esquema que teria causado prejuízo bilionário a aposentados brasileiros.
As investigações indicam que a empresária recebeu cerca de R$ 1,5 milhão de empresas ligadas ao “Careca do INSS”. Ela também foi alvo de busca e apreensão em fases anteriores da Operação Sem Desconto. A defesa afirma que Roberta já apresentou esclarecimentos por escrito e nega irregularidades.
O caso aumenta ainda mais o desgaste político do governo Lula, que já enfrenta críticas pela explosão das fraudes no sistema previdenciário. O esquema atingiu diretamente aposentados e pensionistas, justamente uma das parcelas mais vulneráveis da população brasileira. Estimativas apontam prejuízos bilionários causados por descontos indevidos feitos sem autorização dos beneficiários.
Além do depoimento de Roberta, a PF também trabalha com informações obtidas em delações premiadas e relatórios que apontam movimentações suspeitas envolvendo pessoas próximas ao filho do presidente. A CPMI do INSS chegou a pedir o indiciamento de Lulinha por suspeitas como tráfico de influência e lavagem de dinheiro, embora o relatório tenha sido rejeitado pela base governista.
Para opositores do governo, o escândalo reforça um velho padrão de proximidade entre figuras ligadas ao poder e operadores suspeitos de corrupção.
Parlamentares de direita afirmam que o caso pode se transformar em um dos maiores escândalos da atual gestão petista, principalmente por envolver aposentados que tiveram seus benefícios atingidos enquanto o governo demorava a reagir às denúncias.
Enquanto Lula tenta minimizar os danos políticos, a Polícia Federal segue aprofundando as conexões financeiras e pessoais entre investigados do esquema e pessoas ligadas ao entorno presidencial.






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