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Luciano Hang é denunciado no MPF por uso da bandeira nacional em sacolas da Havan

  • há 4 dias
  • 2 min de leitura

Luciano Hang publicou vídeo acusando o MPF de Mato Grosso do Sul de perseguição política por notificação sobre sacolas da Havan com bandeira do Brasil



O dono das Lojas Havan, Luciano Hang, conhecido como “Veio” da Havan, reagiu publicamente a uma notificação enviada pelo MPF-MS (Ministério Público Federal de Mato Grosso do Sul) referente ao uso da bandeira do Brasil como estampa nas sacolas da rede varejista. Em vídeo publicado nas redes sociais nesta quarta-feira (6), o empresário classificou a ação como perseguição política.


Denúncia anônima motivou a notificação


Segundo Hang, a notificação partiu de uma denúncia anônima. No entanto, ele não revelou detalhes sobre o conteúdo do documento recebido

O empresário limitou-se a afirmar que a notificação proíbe a utilização da bandeira nacional nas sacolas das lojas.


Ao lado de um diretor da empresa, o “Veio” da Havan defendeu a prática e traçou um paralelo com os Estados Unidos, onde, segundo ele, “até no papel higiênico tem a bandeira americana”. O empresário ressaltou que a estampa está presente nas sacolas de todas as unidades da rede.


Hang questiona prioridades do MPF-MS


Em tom crítico, Luciano Hang questionou as prioridades do órgão ministerial. “[…] Eu acho que nós temos que ser, cada vez mais, ter orgulho de usar o verde e amarelo, de usar a nossa bandeira, orgulho. Imagina quantas sacolas saem por aqui, as pessoas com a sacola? Agora, será que o Ministério Público Federal de Mato Grosso do Sul não tem nada mais o que fazer, não tem bandido, não tem ocupação, não tem pichação, tá tudo em ordem lá no Estado?”, questionou.


Resposta da Havan ao procurador


O empresário informou que a Havan já encaminhou uma resposta formal ao procurador responsável pelo caso. De acordo com Hang, a empresa possui autorização para utilizar a bandeira do Brasil em seus materiais.

“A gente procurou. Podemos, sim, utilizar, é algo que o brasileiro pode usar, sim, não tem problema. Nós não estamos queimando em praça pública a nossa sacola, nós não estamos fazendo nada de mais com a sacola, nós estamos mostrando o nosso patriotismo com o nosso país”, declarou.

Não é a primeira vez que a rede varejista enfrenta questionamentos de órgãos públicos. O MPMA (Ministério Público do Maranhão) notificou a empresa solicitando a retirada da Estátua da Liberdade instalada na loja de São Luís, alegando poluição visual e descumprimento de normas urbanísticas e ambientais.


Conforme o MPMA, três notificações foram emitidas à empresa desde 2023. Além disso, a Prefeitura de São Luís aplicou um Auto de Infração em 2025, mas a situação de irregularidade teria persistido até o momento.

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