Base governista barra convocação de Lulinha na CPMI do INSS
- 5 de fev.
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Oposição acusa o governo de blindagem política

A base governista na CPMI do INSS voltou a impedir avanços da oposição ao barrar, nesta quinta-feira (5), a convocação de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Requerimentos que também previam a quebra de sigilos bancário e fiscal de pessoas citadas em depoimentos foram rejeitados, reforçando a percepção de blindagem política dentro da comissão que investiga fraudes bilionárias envolvendo descontos indevidos em benefícios de aposentados e pensionistas.
A oposição criticou a postura do governo e afirmou que a maioria aliada tem atuado para esvaziar investigações sensíveis, apesar de o nome de Lulinha ter surgido de forma indireta em relatos colhidos pela Polícia Federal. Parlamentares de partidos como PL e Novo afirmam que continuarão pressionando por mais transparência e responsabilização, enquanto a base governista sustenta que não há elementos suficientes para convocação. A CPMI segue em funcionamento, mas o impasse político mantém travadas tentativas de aprofundar apurações que atinjam o entorno do Palácio do Planalto.






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