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ASSALTO OFICIAL: Luz sobe o dobro da inflação e governo assiste passivamente ao empobrecimento do brasileiro

  • 6 de abr.
  • 2 min de leitura

O povo brasileiro paga o preço de subsídios ideológicos e da pesada carga tributária que incide sobre a luz


Enquanto o discurso oficial fala em "picanha e cerveja", a realidade que chega no boleto é de indigestão financeira. Novos dados revelam um cenário escandaloso: nas últimas duas décadas, o preço da energia elétrica no Brasil não apenas subiu; ele atropelou a inflação. O que vemos hoje é o resultado de anos de ingerência estatal, subsídios ideológicos e uma carga tributária que pune quem produz e quem trabalha.


A conta do "Estado Grande"


O brasileiro médio já trabalha quase cinco meses do ano apenas para pagar impostos, e a conta de luz tornou-se o símbolo máximo dessa espoliação. Em 2025, enquanto o cidadão tentava equilibrar as contas com uma inflação de 4,26%, a tarifa de energia disparou 12,31%. A pergunta que não quer calar é: onde vai parar o poder de compra da família brasileira?

O vilão tem nome e sobrenome: CDE (Conta de Desenvolvimento Energético). Sob o pretexto de "justiça social", o governo mantém um emaranhado de subsídios que são jogados diretamente nas costas do consumidor. É o velho método da esquerda: cria-se a dificuldade para vender a facilidade, enquanto o setor produtivo é asfixiado por custos de operação inviáveis.


Ineficiência que gera pobreza


A energia elétrica é a base de toda a cadeia produtiva. Quando o governo falha em promover uma abertura real de mercado e insiste em manter o setor sob o peso de canetadas regulatórias, o efeito é imediato:

Inflação de Alimentos: O produtor rural e o supermercado repassam o custo da luz para o preço da comida.

Desemprego: Indústrias deixam de investir ou cortam vagas para arcar com os custos energéticos.

Endividamento: A escolha trágica entre pagar a luz ou colocar comida na mesa já é realidade para milhões.


Menos Brasília, Mais Brasil


A solução não virá de mais intervenção ou de "canetadas" populistas que represam preços para estourar logo ali na frente, como vimos em gestões passadas. O Brasil precisa de liberdade econômica real, redução drástica dos encargos setoriais e o fim do uso das estatais e agências como cabides de emprego ou ferramentas de arrecadação indireta.


Até que o governo entenda que o dinheiro pertence a quem trabalha, e não à burocracia estatal, o brasileiro continuará pagando o preço de um país que insiste em iluminar o caminho do Estado enquanto apaga as luzes da iniciativa privada.

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