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VITÓRIA DA VIDA: Congresso derruba resolução do Conanda que facilitava aborto em adolescentes

  • há 7 dias
  • 3 min de leitura

Damares Alves foi relatora, no Senado, do PDL que derruba resolução abortista do Conanda.



Em uma demonstração de força da bancada conservadora e em defesa dos valores da família tradicional, o Congresso Nacional impôs uma derrota acachapante à agenda progressista do atual governo. O Senado Federal aprovou de forma definitiva o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) que anula por completo a nefasta Resolução nº 258 do Conanda (Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente). O texto do conselho aparelhado abria as portas para o aborto indiscriminado em menores de idade e atropelava o pátrio poder.


Como a proposta já havia sido aprovada pela Câmara dos Deputados sob a liderança firme das forças conservadoras, a anulação da medida entra em vigor imediatamente, sem qualquer chance de veto por parte do Palácio do Planalto.


O "cheque em branco" para a cultura da morte


A resolução do Conanda, editada na surdina sob o manto dos "direitos humanos" da esquerda, representava uma verdadeira afronta à segurança das crianças e à autoridade das famílias brasileiras. Sob o pretexto de regular o atendimento a menores vítimas de violência, o texto esquerdista permitia bizarrices inacreditáveis:


  • Exclusão total da família: Garotas menores de idade podiam ser submetidas ao procedimento sem que os pais fossem consultados ou sequer avisados.

  • Blindagem de criminosos: Dispensava-se a apresentação de boletim de ocorrência ou de autorização judicial. Na prática, isso facilitava a ação de estupradores, ocultando o crime de abuso contra a menor.

  • Aborto tardio: O texto determinava que a idade gestacional não poderia impedir o ato, abrindo margem para a cruel interrupção da gravidez em fases avançadas de desenvolvimento do bebê.


Reação firme da oposição conservadora


O freio de arrumação no ativismo burocrático do governo foi costurado por mulheres de coragem na política. A autoria do projeto de decreto é da deputada federal Chris Tonietto (PL-RJ), uma das vozes mais ativas e combativas do país na defesa dos nascituros. No Senado, o relatório certeiro que garantiu a vitória ficou a cargo da senadora Damares Alves (Republicanos-DF).

Em seu parecer, Damares desmascarou a tentativa do conselho de usurpar as funções do Legislativo. Ela alertou que a norma reduzia a centralidade dos instrumentos tradicionais de proteção e relativizava o papel dos responsáveis legais, deixando os menores vulneráveis ao Estado e a criminosos.


"A aprovação do nosso PDL interrompeu o avanço de uma agenda abortista. Uma resolução que não previa limite gestacional, aprovada sem debate legislativo, sem a participação das famílias e sem exigir registro de ocorrência para investigar o estuprador não era sobre proteção à criança. É a vitória da vida de milhões de bebês inocentes contra a narrativa das ideologias."Chris Tonietto (PL-RJ), deputada federal  

Governo tenta defender a pauta, mas recua


A bancada do PT e os partidos que dão sustentação ao governo Lula tentaram, nos bastidores, obstruir a votação e manter viva a resolução do Conanda (órgão vinculado justamente ao Ministério dos Direitos Humanos do atual mandato). No entanto, diante da imensa pressão popular e da articulação implacável da direita, o governo acabou isolado.


Com o plenário esvaziado por conta de articulações e viagens na semana, a esquerda não teve quórum e nem coragem para peitar a votação simbólica. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, chancelou a decisão soberana do parlamento.


O recado das urnas e das ruas segue ecoando nos corredores de Brasília: a sociedade brasileira repudia as tentativas de normalizar o aborto por vias burocráticas e não aceitará que o Estado tente substituir a autoridade e o cuidado dos pais sobre seus filhos. A vida e a família venceram mais uma rodada.

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