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Petrobras expande Plano de Saúde para tratamentos trans apesar de rombo bilionário

  • Redação
  • 30 de jan. de 2025
  • 2 min de leitura

Mesmo com prejuízo de R$ 2,6 bilhões em 2024, empresa estatal investe em novos procedimentos cirúrgicos e hormonais para funcionários trans.


Os presidentes Magda Chambiard (Petrobras) e Lula
Os presidentes Magda Chambiard (Petrobras) e Lula

A Petrobras anunciou, a ampliação da cobertura de seu plano de saúde para funcionários, incluindo procedimentos voltados para a chamada transexualização. A medida, que engloba desde terapia hormonal até cirurgias como mamoplastia, retirada e inclusão de próteses mamárias e reconstrução de mama, levanta questionamentos sobre as prioridades da estatal, que registrou um prejuízo líquido de R$ 2,6 bilhões.


A decisão da companhia ocorre em um momento crítico, no qual os brasileiros sofrem, impulsionados por políticas tributárias e oscilações no mercado internacional. A Petrobras, que deveria focar em sua recuperação financeira e na redução dos custos energéticos para a população, opta por direcionar recursos para coberturas médicas , que vão além das exigências da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).


  • A ampliação do plano de saúde inclui procedimentos como:

  • Terapia hormonal

  • Plástica escrotal

  • Mamoplastia e mastoplastia

  • Mastectomia subcutânea com inclusão de prótese

  • Reconstrução mamária com diferentes técnicas

  • Retirada e substituição de próteses mamárias


A Petrobras é uma empresa de capital misto, com participação majoritária do governo federal, o que significa que suas decisões impactam diretamente o orçamento público e a vida do cidadão. O movimento ocorre enquanto o Brasil enfrenta desafios como o aumento da inflação e o alto custo de vida, especialmente no setor de transportes e alimentos. O diesel, essencial para a logística nacional, sofrerá um aumento significativo a partir de fevereiro de 2025, o que agravará ainda mais o cenário econômico para milhões de brasileiros.


O prejuízo bilionário foi atribuído a "eventos exclusivos", mas reflete a incerteza de uma gestão que parece mais preocupada em atender pautas identitárias do que garantir eficiência e competitividade pra a empresa.



 
 
 

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