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Lula Corta Bolsa Família e Deixa Milhões de Brasileiros Desamparados

  • Foto do escritor: Nathy Souza
    Nathy Souza
  • 12 de fev. de 2025
  • 2 min de leitura

O governo diz que as famílias saíram do programa porque houve melhora de renda.

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está promovendo cortes drásticos no Bolsa Família, retirando 1,1 milhão de beneficiários do programa que, durante o governo Bolsonaro, atendia 21,6 milhões de famílias. Agora, esse número caiu para 20,5 milhões, impactando diretamente os mais vulneráveis.


A redução expressiva do programa social tem afetado principalmente os estados do Sudeste (-561.150 famílias) e do Nordeste (-537.321), regiões onde a base eleitoral do PT sempre se mostrou fiel. Em um total de 5.571 municípios do país, 3.730 sofreram cortes no programa, revelando uma clara contradição entre o discurso assistencialista do governo petista e suas ações efetivas.


No Nordeste, região historicamente dominada pelo PT, 1.361 cidades tiveram cortes significativos, enquanto no Sudeste, reduto de oposição ao governo Lula, 1.214 municípios foram afetados. Entre as capitais, o Rio de Janeiro lidera em perdas, com 95.657 famílias excluídas do programa, seguido de São Paulo, onde 59.520 famílias perderam o benefício.


A justificativa do governo petista para esse "pente-fino" seria a suposta eliminação de fraudes. No entanto, após dois anos de gestão, ainda existem 4,1 milhões de pessoas recebendo o Bolsa Família de forma individual, sem compor um núcleo familiar ou cuidar de alguém incapaz de se sustentar. O governo cancelou 325.475 cadastros de dezembro de 2024 a janeiro de 2025.


Enquanto isso, os valores destinados ao programa também sofreram mudanças. O custo mensal em janeiro de 2025 foi de R$ 13,8 bilhões, uma redução em relação aos R$ 14,39 bilhões pagos em dezembro de 2022, corrigidos pela inflação. No governo Bolsonaro, o valor médio do Bolsa Família saiu de R$ 186,78 para R$ 607,14, um aumento nominal de 225,1%, muito acima da inflação do período (27,1%). Com Lula, o aumento foi de apenas 10,9%, evidenciando uma perda real de poder de compra para os beneficiários.


O governo tenta justificar os cortes dizendo que houve melhora na renda dos brasileiros, mas a realidade nos bairros mais carentes do país é outra. A inflação, o desemprego e a queda do poder de compra continuam afetando as famílias.

 
 
 

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