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Eduardo Bolsonaro avalia Mario Frias e Marco Feliciano para enfrentar avanço do STF no Senado

  • há 4 dias
  • 2 min de leitura


São Paulo - Com a aproximação das eleições de 2026, o maior colégio eleitoral do país se tornou o tabuleiro principal de uma batalha estratégica. Para os conservadores, o objetivo é claro: garantir as duas vagas ao Senado por São Paulo para consolidar uma barreira contra o avanço das pautas da esquerda e fortalecer a base que busca mudanças profundas no Judiciário, incluindo o debate sobre o equilíbrio entre os poderes e pedidos de impeachment no STF.


Segundo o presidente da sigla, Valdemar Costa Neto, a palavra final sobre quem herdará o espólio político e a missão de representar o bolsonarismo no estado pertence exclusivamente ao ex-presidente Jair Bolsonaro e a Eduardo.


Valdemar tem sido enfático ao afirmar que não haverá imposições partidárias: a decisão será baseada na confiança e na lealdade ao projeto conservador. Nesse cenário, Eduardo Bolsonaro já sinalizou suas predileções.


Os Nomes de Confiança: Mario Frias e Marco Feliciano


Diferente das alas mais pragmáticas que defendem nomes técnicos, Eduardo Bolsonaro tem demonstrado forte inclinação por candidatos que combatam o "bom combate" no campo cultural e ideológico.


  • Mario Frias: O ex-secretário de Cultura e atual deputado federal é visto como um aliado de primeira hora, capaz de mobilizar a base militante e enfrentar o debate de valores.

  • Pastor Marco Feliciano: Com vasta experiência parlamentar e uma base sólida entre o eleitorado cristão, Feliciano é considerado um "soldado" pronto para a articulação política pesada que o Senado exige.


O "Exército" da Direita: Outros Fortes Candidatos


Além dos favoritos de Eduardo, o campo conservador conta com um arsenal de nomes competitivos que podem compor a chapa:


  • Guilherme Derrite (PP): Com a gestão aprovada na Segurança Pública, Derrite é o nome do governador Tarcísio de Freitas e atrai o eleitorado que prioriza a ordem e o combate ao crime.

  • Coronel Mello Araújo (PL): Atual vice-prefeito da capital, o coronel traz o perfil de "mão firme" que agrada a base raiz.

  • Ricardo Salles (Novo): O ex-ministro mantém uma candidatura independente e combativa, focada no agronegócio e na desburocratização.


Apesar do otimismo, o vídeo e os bastidores políticos acendem um alerta vermelho: a dispersão de votos. Pesquisas do Datafolha e Atlas Intel mostram que nomes da esquerda, como Fernando Haddad e Geraldo Alckmin, além da ministra Simone Tebet, aparecem com números expressivos.

"Se a direita se dividir em quatro ou cinco candidaturas fortes, corre o risco de entregar as duas cadeiras para o governo federal no tapetão das urnas", alertam analistas aliados.

A ordem entre os líderes é de união total. Com a benção de Jair Bolsonaro e a coordenação estratégica de Eduardo, a direita paulista se prepara para transformar 2026 em uma resposta histórica nas urnas, garantindo que o Senado deixe de ser um entrave e passe a ser a voz do povo conservador.

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